Detalhes da atividade
Redes de transmissão de dados para DRONES
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Descrição
Sobre a atividade
Drones militares de visão em primeira pessoa passaram a operar com enlaces por fibra óptica, em que um carretel se desenrola durante o voo e mantém um canal de comunicação sem emissão de rádio e resistente à interferência e ao bloqueio. Drones civis dependem de comunicação por rádio para comando, telemetria e transmissão de vídeo, e o voo em primeira pessoa alcançou o público nas modalidades de freestyle, corrida e operações de longa distância. Shows de luzes coordenam centenas de aeronaves com sincronização precisa de posição e de tempo.
Esses cenários compartilham o mesmo núcleo técnico: redes de transmissão de dados sujeitas a requisitos de latência, taxa de transferência e confiabilidade. Drones estão aí para ficar. Alinhado a esta tendência, este minicurso apresenta o funcionamento dessas redes e a forma como se integram à infraestrutura da Internet. O percurso parte do enlace direto de comando e controle, avança para a coordenação de enxames com correções RTK e referência de tempo por GNSS, trata da operação além da linha de visão sobre redes celulares, com o tratamento 3GPP para equipamento de usuário aéreo e o papel do Open RAN, e chega à camada de coordenação entre operadores com InterUSS e as normas ASTM F3411 e F3548. O protocolo MAVLink e o transporte de vídeo via RTP fornecem a base do protocolo. O contexto regulatório brasileiro acompanha a exposição, com a ANATEL, a ANAC, o DECEA e a SARPAS.
Esses cenários compartilham o mesmo núcleo técnico: redes de transmissão de dados sujeitas a requisitos de latência, taxa de transferência e confiabilidade. Drones estão aí para ficar. Alinhado a esta tendência, este minicurso apresenta o funcionamento dessas redes e a forma como se integram à infraestrutura da Internet. O percurso parte do enlace direto de comando e controle, avança para a coordenação de enxames com correções RTK e referência de tempo por GNSS, trata da operação além da linha de visão sobre redes celulares, com o tratamento 3GPP para equipamento de usuário aéreo e o papel do Open RAN, e chega à camada de coordenação entre operadores com InterUSS e as normas ASTM F3411 e F3548. O protocolo MAVLink e o transporte de vídeo via RTP fornecem a base do protocolo. O contexto regulatório brasileiro acompanha a exposição, com a ANATEL, a ANAC, o DECEA e a SARPAS.
Participantes
Convidados desta atividade
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